Segurança & LGPD
Criptografia, controle de acesso por titularidade e princípios de LGPD embutidos na arquitetura, não anexados depois.
Proteção de dados
Dados em trânsito protegidos por TLS; dados em repouso armazenados de forma criptografada no banco analítico.
Cada relatório de sessão é vinculado à titularidade do profissional responsável — acesso restrito por conta, não por sessão compartilhada livremente.
Métricas agregadas para pesquisa interna usam hash de sessão e paciente, sem dados diretamente identificáveis na camada de analytics.
Como funciona, sem simplificar demais
Preferimos descrever a operação completa a resumi-la de forma que pareça mais simples do que é.
Sessões remotas usam WebRTC; quando a conexão direta entre os dispositivos não é possível, um servidor TURN atua como retransmissor. Parte relevante das métricas é calculada no navegador do profissional; segmentos de áudio podem ser enviados ao backend do FROID e a um provedor de transcrição especializado para processamento de voz, imagem e texto.
Transcrições, relatórios e registros autorizados são armazenados na infraestrutura do FROID, que pode incluir hospedagem na Estônia e fornecedores de pagamento, IA, e-mail e agenda — o que pode envolver transferência internacional, protegida pelos mecanismos contratuais e técnicos aplicáveis. Backups são criptografados e verificados periodicamente.
Dados de cada organização (clínica ou profissional) são segregados por Row-Level Security (RLS) no banco de dados — uma organização não acessa, por construção, registros de outra.
Acesso, alteração, exportação e negação de acesso a relatórios e dados de pacientes são registrados em trilha de auditoria, vinculados à conta que realizou a ação.
Conformidade
Tratamos os princípios da LGPD — finalidade, necessidade, transparência e segurança — como requisitos de arquitetura, não como checklist posterior. Isso segue o mesmo racional aplicado por padrões internacionais de SaaS de saúde (HIPAA, GDPR): a conformidade precisa estar embutida em criptografia, trilhas de auditoria e controle de acesso baseado em papel, não apenas em contrato.
Para clínicas e profissionais que contratam o FROID, disponibilizamos os termos de tratamento de dados como parte do processo de cadastro profissional.
Como em qualquer SaaS de saúde, a segurança se divide: o FROID é responsável pela infraestrutura da plataforma (criptografia, backups, controle de acesso à aplicação); a clínica/profissional contratante é responsável pela gestão de acesso de sua equipe e pelo consentimento obtido do paciente.
Backend FastAPI com persistência em DuckDB para analytics agregado; controle de titularidade de relatório via _can_access_report() e _report_owner_email(); hashing de sessão anônima via _anonymous_session_hash() antes de qualquer agregação estatística.
MultiFernet; senhas com PBKDF2-HMAC-SHA256 (120.000 iterações + salt).X-Content-Type-Options, X-Frame-Options: DENY, Referrer-Policy e Permissions-Policy (libera apenas câmera/microfone).no-new-privileges, Linux capabilities removidas (cap_drop: ALL) e limite de processos.SELECT/WITH, conexão read_only, tabelas restritas); limitação de taxa em autenticação e ingestão; limites de corpo e timeouts na borda.